Covid-19: concelho de Pombal lamenta mais 5 mortos e conta com 480 casos ativos

Por: Marta Botas
19-01-2021


O concelho de Pombal conta, esta esta terça-feira, com 39 novos casos de infeção e 5 óbitos por Covid-19.

De acordo com o boletim epidemiológico, divulgado pela Proteção Civil distrital de Leiria, Pombal tem um total de 1548 casos confirmados da doença desde o início da pandemia, 1027 dos quais já foram dados como recuperados e 41 resultaram em óbito, o que se traduz num total de 480 (+25) casos ativos, que estarão distribuídos pelas várias freguesias do concelho.

Face a estes números, o Município de Pombal emitiu ontem um comunicado que refere que que “de acordo com a Direção-Geral de Saúde, o Concelho de Pombal apresenta uma incidência de 1.216 casos de infeção por SARS-CoV-2 cumulativa a 14 dias, passando a integrar o grupo de concelhos de risco extremamente elevado”.

Recordando a importância do cumprimento das recomendações da Direção-Geral de Saúde, a autarquia recomenda que “fique em casa” porque “cuidar de si é cuidar de todos”.

Também o Governo anunciou ontem a entrada em vigor de novas medidas no contexto do Estado de Emergência e do confinamento geral obrigatório, designadamente a reposição da proibição de circulação entre concelhos ao fim de semana; o encerramento dos estabelecimentos de qualquer natureza até às 20h00 durante a semana e até às 13h00 ao fim de semana, excepto o retalho alimentar que ao fim de semana poderá funcionar até às 17h00; a proibição da venda ao postigo nos estabelecimentos do ramo não alimentar; a proibição da venda ao postigo de qualquer tipo de bebida; a proibição da permanência e do consumo de bens alimentares à porta de estabelecimentos ou nas suas imediações; o encerramento de todos os espaços de restauração em centros comerciais; a proibição dos saldos e promoções que promovam a deslocação de pessoas; a permissão da circulação a par da proibição da permanência de pessoas em espaços públicos, incluindo jardins; a solicitação às autarquias a limitação do acesso a zonas que convidam à concentração de pessoas; o encerramento das universidades seniores, centros de dia e centros de convívio; a obrigatoriedade da apresentação de uma declaração escrita da entidade patronal para justificar as deslocações para fins de trabalho presencial, tendo as empresas com mais de 250 trabalhadores de enviar à Autoridade para as Condições de Trabalho a lista nominal de todos os trabalhadores cujo trabalho presencial consideram indispensável.

O Governo pediu ainda “maior visibilidade” da presença na via pública da Polícia de Segurança Pública (PSP), em particular junto às escolas, pelo efeito dissuasor.

 

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