ANAFRE aprova “estratégia para a felicidade”

Por: Marta Botas
30-01-2020


A Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) aprovou por maioria, num congresso realizado durante o passado fim-de-semana, uma proposta apresenta por Pedro Pimpão, presidente da Junta de Freguesia de Pombal, que defende a adopção de uma estratégia nacional com vista à felicidade e ao bem-estar, e que contribua para melhorar a qualidade de vida e a saúde dos portugueses.

A intervenção do autarca de Pombal fez referência à importância de olharmos com maior grau de responsabilidade e seriedade para as temáticas da saúde e bem-estar, considerando que as pessoas devem estar no centro de todas as decisões.

A moção apresentada por Pedro Pimpão defende a implementação de uma “estratégia nacional que consolide o papel das freguesias na promoção da felicidade e bem-estar dos portugueses”, destacando a temática na agenda política, também de forma a elevar a posição de Portugal no ‘Ranking Mundial da Felicidade’, promovido pelas Nações Unidas.

“Face aos enormes desafios que a nossa sociedade enfrenta, torna-se cada vez maisevidente a necessidade de implementar em Portugal uma estratégia de literacia para a felicidade e bem-estar das pessoas, que inclua no discurso da promoção da saúde e prevenção da doença a problemática da felicidade e do bem-estar aos níveis internacional, nacional e, em particular, ao nível local, encarada como investimento sólido e sustentável”, refere o documento.

A proposta passa pelo desenvolvimento de programas de intervenção comunitária à escala local que a tornem exequível, ao consolidar o papel das freguesias portuguesas na promoção da felicidade e do bem-estar dos cidadãos.

A estratégia nacional deverá considerar a criação de redes inteligentes para  promoção da felicidade profissional, económica, social e cultural; o desenvolvimento de programas, ações e intervenções assentes nos conceitos de “felicidade relacional”, “felicidade comunitária” e de “felicidade climática e ambiental”; a integração da pedagogia para a felicidade no seio do nosso sistema educativo; o desporto e a atividade física como veículo para a saúde e equilíbrio psicossocial; as ações de inclusão social dirigidas a grupos populacionais mais vulneráveis, tais como: crianças e jovens em risco, institucionalizados e em respostas sociais de acolhimento; mães, grávidas e puérperas em situação de risco social; minorias étnicas, migrantes, refugiados, idosos, reformados e pensionistas em situação de risco de pobreza e a implementação de intervenções de comunicação de ciência para divulgar os mecanismos de bem-estar.

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