Empresário pombalenses assassinado em Maputo

Por: Rita Ribeiro
12-11-2018


O empresário pombalense, Paulo Caetano, de 50 anos, foi encontrado morto ontem, domingo, perto de Maputo, Moçambique.

Paulo Caetano, que estava naquele país africano há oito anos, é fundador da empresa JP Caetano, sediada nas Meirinhas, que durante vários anos se dedicou à venda de maquinaria pesada, usadas para obras públicas e construção civil.

Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, indicou tratar-se de um empresário, que estava em Moçambique “há oito anos” e disponibilizava “apoio aos setores da construção civil”.

“Depois de ter sido objeto de um rapto, e depois de ter sido pago o resgate desse rapto, apareceu morto hoje ao final da tarde”, acrescentou o governante, que sublinhou tratar-se de “um caso grave, de morte, nas imediações de Maputo”.

“Não vemos ligações com outros casos que têm vindo a ocorrer no Norte do país, na jurisdição da Beira. Este caso, vamos aguardar pelas investigações, mas é o resultado de um rapto e da exigência de um pagamento para libertar o cidadão. O pagamento foi realizado, mas ainda assim sucumbiu às mãos dos criminosos”, disse à Lusa.

Ainda sem pormenores do caso, o governante referiu que passaram “poucas horas entre o pedido do pagamento do resgate e o assassinato deste cidadão”. José Luís Carneiro, já manifestou a sua “preocupação, por ser uma “situação muitíssimo grave”.

O secretário de Estado das Comunidades notou os factos que têm vindo a ocorrer em Moçambique que “não contribuem para a confiança dos investidores no país, porque os portugueses são essenciais para o desenvolvimento económico do país, criam milhares de postos de trabalho”.

O Governo português manifestou “toda a disponibilidade”, assim como da embaixada portuguesa em Maputo para acompanhar a família nas “diligências judiciárias que estão em curso, depois de apresentadas queixas junto das autoridades moçambicanas”, que estão a investigar o caso.

Também foi garantido apoio dos serviços para disponibilizar os documentos necessários para o trabalho do Ministério Público e concretizar, se necessário, a “trasladação do corpo, porque essa parece ser a vontade da família”.

Foto: Região de Leiria

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