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Vereadores eleitos pelo movimento NMPH acusam câmara de ser "pouco eficiente, pouco reivindicativa e pouco determinada"

Por: Rita Ribeiro
21-03-2018


Uma Câmara “pouco eficiente, pouco reivindicativa e pouco determinada”, onde “não se assume as falhas” e se assiste a “propaganda pura e dura”. É assim que os vereadores eleitos pelo movimento independente Narciso Mota | Pombal Humano (NMPH) caracterizam os últimos cinco meses de mandato da maioria social-democrata, que compõe o executivo municipal.

Foi também na mesma Conferência de Imprensa, realizada no passado dia 16 de Março e onde estiveram presentes os três vereadores do movimento NMPH, que Narciso Mota acusou o executivo da maioria de ter “paralisado, renegado” e colocado de parte “todo o nosso legado”.

“Sendo o atual Presidente de Câmara o meu vice-presidente, este deveria ter dado seguimento a muitos projetos que estavam concluídos” e prontos “para serem feitos”, disse Narciso Mota, durante o decorrer da Conferência de Imprensa, aproveitando a ocasião para enumerar alguns dos projetos.

Quem também não poupou críticas ao executivo social-democrata foi Anabela Neves, vereadora do movimento NMPH, que acusou a maioria de não aceitar “sugestões oriundas da oposição” sendo estas “sempre vistas como destrutivas”.

Já Michael da Mota António, também ele vereador do movimento independente, garante que “este constante ambiente de tensão”, que “procura amedrontar e limitar a nossa ação, não vai funcionar” porque “não nos vamos deixar intimidar e vamos sempre honrar o compromisso que estabelecemos com os munícipes”.

“Vamos cumprir o nosso mandato através de uma oposição construtiva, atenta, responsável, proactiva, de rigor e de planeamento”, adiantou o vereador.

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